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Pesquisadora brasileira participa do 25° ISMANAM em Roma

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Pesquisadora brasileira participa do 25° ISMANAM em Roma

Na primeira semana de julho a pesquisadora apoiada pela Biosolvit, Daniella Mulinari, participa do 25° ISMANAM, que acontece entre os dias 2 e 6, em Roma, na Itália. O evento é um fórum multidisciplinar, que promove intercâmbios científicos e tecnológicos internacionais relacionados à Materiais Metastáveis, Amorfos e Nanoestruturados.

Daniella é professora pela Universidade do Rio de Janeiro (UERJ) na área de engenharia Química e Materiais, e recebe apoio e suporte financeiro da Biosolvit em todos os projetos que vem desenvolvendo. O projeto de pesquisa que será apresentado em Roma, que também contou com o financiamento da FAPERJ, está intitulado como “Fibras de celulose provenientes da palmeira recoberto com óxido de zircônio hidratado”. 

“Atualmente, as novas tecnologias requerem matérias com combinações de propriedades que não são encontradas em materiais convencionais. Por isso, materiais híbridos orgânicos-inorgânicos aparecem como uma alternativa para a produção de materiais multifuncionais, com uma larga escala de aplicação. Esses materiais possuem interesses comercial devido ás suas propriedades ópticas, mecânicas e térmicas”, explica a professora.

O objetivo do trabalho foi desenvolver um material hibrido (fibras de celulose recobertas com óxido) visando aplicações na área médica.

Confira mais informações sobre o evento no site oficial: ismanam2018.ism.cnr.it/

 

Conheça a Biosolvit

No mercado desde 2014, a Biosolvit tem sua sede na cidade de Barra Mansa/RJ e possui uma planta industrial em Porto Belo/SC. Especializada em biotecnologia, desenvolve soluções ecológicas e sustentáveis para problemas ambientais a partir de fontes renováveis.

Suas pesquisas são direcionadas para o aproveitamento de resíduos orgânicos e industriais descartados por diversas empresas brasileiras, promovendo uma convivência mais harmoniosa entre o ser humano e o meio ambiente.  

A Biosolvit conta hoje com duas linhas de produtos, Bioblue e Biogreen. A primeira desenvolve produtos para contenção e absorção de petróleo, em acidentes com derramamento de qualquer derivado da substância, seja na terra ou no mar. Já a segunda criou o Xaxim de Palmeira, substituto para o tradicional xaxim, que levou sua planta de origem, a samambaiaçu, a iminência de extinção e teve sua comercialização proibida no Brasil.