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Biosolvit é finalista de uma das categorias da premiação Grands Prix

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Biosolvit é finalista de uma das categorias da premiação Grands Prix

A Biosolvit participou do Grands Prix de Inovação de 2018 e foi um dos finalistas na categoria Moonshot 2040, que tem por ambição inventar a futura cidade, repensando a experiência de vida para 2040. Os participantes se envolveram em desafios sociais, com projetos voltados para o futuro para uma cidade sustentável e descarbonizada, onde o meio ambiente e o ser humano são prioridades. O projeto apresentado pela Biosolvit foi um absorvedor natural para remediação de acidentes com derramamento de óleo. A seleção preliminar aconteceu em outubro, aonde no meio de centenas de participantes 30 foram contratados para a 17° edição anual do evento, divididos em 5 categorias. No dia 11 de dezembro foram apresentados os vencedores na Cité de la Mode et du Design em Paris, que receberam 12 mil euros e um troféu simbólico. A premiação é realizada pela Paris & CO, uma agência de inovação e desenvolvimento econômico, junto com o apoio da cidade de Paris. É uma competição que representa um ponto de viragem para os participantes, que garante uma forte visibilidade do público e dos investidores.

Conheça a Biosolvit

No mercado desde 2014, a Biosolvit tem sua sede na cidade de Barra Mansa/RJ e possui uma planta industrial em Porto Belo/SC. Especializada em biotecnologia, desenvolve soluções ecológicas e sustentáveis para problemas ambientais a partir de fontes renováveis.

Suas pesquisas são direcionadas para o aproveitamento de resíduos orgânicos e industriais descartados por diversas empresas brasileiras, promovendo uma convivência mais harmoniosa entre o ser humano e o meio ambiente.  

A Biosolvit conta hoje com duas linhas de produtos, Bioblue e Biogreen. A primeira desenvolve produtos para contenção e absorção de petróleo, em acidentes com derramamento de qualquer derivado da substância, seja na terra ou no mar. Já a segunda criou o Xaxim de Palmeira, substituto para o tradicional xaxim, que levou sua planta de origem, a samambaiaçu, a iminência de extinção e teve sua comercialização proibida no Brasil.