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Acidentes com petróleo: Conheça as diferentes formas de remediação

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Acidentes com petróleo: Conheça as diferentes formas de remediação

A poluição, seja ela marítima ou terrestre, causada por petróleo e seus derivados, está entre os piores desastres que podem acontecer no meio ambiente. Além de altamente nocivo a qualquer tipo de vida, fauna e flora, o número de empresas que trabalham com esse risco é muito grande, o que torna o perigo ainda maior.

Atualmente, de grandes petrolíferas, passando por siderúrgicas e mineradoras, até postos de gasolina e todo o setor industrial dependem de maquinário que podem, em algum momento, apresentar algum tipo de vazamento de óleos. E todas elas necessitam de soluções modernas para esse problema.

Sabemos que prevenir é sempre a melhor forma de lidar com a situação, para evitar danos ao meio ambiente e até prejuízos financeiros em forma de multas altíssimas para as empresas responsáveis.

Mas quando esses imprevistos acontecem é importante ter uma estratégia muito bem montada para uma resposta ágil ao problema, evitando que ele se alastre e torne o incidente ainda maior. Falamos mais sobre estas estratégias no post Você está preparado para lidar com acidentes ambientais em sua empresa?

O plano começa sempre com ações de contenção, com o intuito de controlar o tamanho do vazamento, evitando que ele avance, confinando todo o óleo para facilitar o segundo passo: a absorção. Conheça mais sobre a etapa de contenção.

Removendo o petróleo

Quando o petróleo, ou qualquer outro óleo derivado dele, cai no mar, ele imediatamente forma uma grande mancha na superfície, uma vez que água e óleo não se misturam. Depois utilizar barreiras de contenção para isolar a parte afetada são necessárias ações visando a retirada do óleo.

Existem várias técnicas diferentes para realizar a limpeza da água ou do solo, evitando maiores prejuízos para a natureza. São alguns dos métodos utilizados em todo o mundo:

Skimers: O óleo é removido a partir de dispositivos mecânicos como bombas, sistemas de vácuos, escovas, cilindros rotatórios, entre outros.  Deve ser utilizado em vazamentos marítimos e demanda um mínimo de profundidade para funcionar.

Dispersantes: Os dispersantes são produtos químicos, geralmente detergentes ou surfactantes que reduzem a tensão superficial do petróleo, permitindo que o vento e as ondas consigam quebra-lo em gotículas microscópicas. Essas gotas são dispersadas pelo mar e mais facilmente atacadas por bactérias que se alimentam do petróleo. Sua utilização causa polêmicas entre alguns especialistas que afirmam que, além de possuírem também agentes nocivos ao meio ambiente, durante o tempo que leva até ser degradado, o petróleo se mistura na água, e pode ter um efeito ainda pior sobre a fauna.

Coagulantes ou floculantes: Os floculantes podem ser usados tanto em terra quanto em alto mar, sendo colocados diretamente sobre a mancha que deve ser retirada. Ele absorve o petróleo através de suas propriedades tensoativas. No entanto sua aplicação é limitada o que acaba por resultar em uma eficiência mais baixa.

Biorremediação: Na biorremediação microrganismos especialmente selecionados são utilizados em diferentes processos para acelerar a biodegradação natural do petróleo ou do óleo que necessita ser retirado. O processo conta com a ajuda de bactérias, fungos, algas e protozoários.

Magnéticos: Algumas substancias são capazes de magnetizar outras. Nessa técnica, materiais com propriedades semelhantes ao sabão magnético são jogadas por cima da mancha, se misturando ao óleo, e o tornando também sensível a um campo magnético e possível de ser completamente retirado da água.

Absorvedores: Os absorvedores são substâncias capazes de armazenar o óleo quando colocadas em cima da mancha. São geralmente hidrofóbicos, o que permite que apenas do óleo, sem a água do mar, seja absorvido. Eles podem vir em vários formatos como em pó, em flocos, ou em mantas, cordões e travesseiros.

O absorvedor Biosolvit  

A Biosolvit possui uma linha de absorvedores de petróleo e seus derivados com opções orgânicas, naturais e sintéticas, destinadas a limpeza de áreas contaminadas. Com o melhor tempo e qualidade de absorção do mercado, comprovados por estudos realizados pela CEDRE, quando aplicados, tanto em águas quanto no solo, encapsulam o petróleo derramado de forma rápida e eficaz.

Os absorvedores orgânicos e naturais são fabricados a base de derivados da mamona e de fibras vegetais, resultando em um biocomposto com altos índices de absorção. Já os sintéticos são produzidos a partir de rejeitos industriais de poliuretano, permitindo resolver um problema ambiental de descarte desse resíduo.

Além disso, o absorvedor natural da Biosolvit permite o reaproveitamento de material absorvido, trazendo uma economia significativa para seus usuários.

Prevenção

Mais importante do que saber como remediar, é pensar em maneiras de prevenir esse tipo tão grave de acidente ambiental. Além das táticas de prevenção e redução de riscos de acidentes obrigatórios para as empresas, é essencial que os profissionais que lidam com esses materiais possuam formação especifica e sejam atualizados com frequência, para manter um ambiente seguro para o trabalho.

Manter kits de emergência acessíveis aos funcionários em situações e locais de grande risco também é uma forma de minimizar quaisquer efeitos colaterais de possíveis derramamentos de óleo, sejam on ou offshore.